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Visita ao Museu Etnográfico de Várzea de Calde. Turma do 4º ano, da EB de Campo

No âmbito do projeto “O Património é nosso! Passa a palavra”, a turma do 4º ano, da EB de Campo, foi visitar o Museu Etnográfico de Várzea de Calde, no último dia de escola  (21 de junho).

Texto coletivo da Turma do 4ºano EB de Campo

Nós e os meninos do 2º ano fomos de autocarro até Várzea de Calde para visitar o Museu Etnográfico. Lá, as turmas foram divididas em dois grupos.

Cada um teve uma guia que mostrou todo o museu. Observámos fotos antigas e descobrimos que aquela casa pertenceu, há muitos anos atrás, à bisavó materna de uma aluna da nossa turma (a Leonor Marques). Pudemos observar como é feito o trabalho no tear e a variedade de peças que se podem fazer a partir do linho e de fitas feitas de tecidos usados (reciclados). Experimentámos trabalhar num tear. A seguir, percorremos toda a casa e a senhora explicou-nos como era a vida naquele tempo e mostrou-nos os utensílios usados em casa, nos trabalhos agrícolas e na floresta para colher a resina, cortar a madeira, etc. também vimos um vídeo sobre o ferreiro que vive na aldeia e ainda usa a forja para aquecer e trabalhar o ferro.

Vimos uma dependência onde estava o lagar, a salgadeira, os potes para guardar o azeite e outros objetos utilizados naquela época.

Na rua, podemos observar o linho em crescimento, algumas plantas com flor e outras já com a baga, dentro da qual se vai desenvolver a linhaça (semente).

Também lá estava um canastro/espigueiro onde eram guardadas as espigas do milho até serem malhadas. Todo esse trabalho era feito de forma manual.

Foi uma visita muito interessante.

Educaçao Patrimonial, Noticias

“Meter as Mãos na Massa” por Guilherme 4º ano da EB do Campo

No dia sete de junho fomos a Corvos à Nogueira “Meter as Mãos na Massa”. Primeiro, três senhoras mostraram-nos os ingredientes que eram necessários para fazer o pão: fermento desfeito em água fria e sal, água morna com pau de canela, farinha de trigo e farinha de milho. Duas exemplificaram como se amassava o pão. De seguida, continuaram a tarefa e uma das senhoras disse-nos para peneirarmos a farinha numa maceira que se encontrava no lado oposto. Depois, colocou o resto dos ingredientes e quatro a quatro íamos amassando a massa. Fizemos um curto intervalo e fomos ao museu etnográfico de Santos Êvos. A senhora Presidente da Junta de Freguesia apresentou o Museu. Na entrada, vimos imagens relacionadas com agricultura e as respetivas frases. No interior vimos os materiais da agricultura e disseram-nos que os animais também ajudavam nesta atividade. Depois vimos algumas profissões como: latoeiro, tamanqueiro, sapateiro, oleiro e resineiro. De seguida, voltámos para ver meter o pão a cozer no forno comunitário. No fim, quando o pão ficou cozido provámo-lo e levámos um para casa. Também ajudámos a levar os bolos que foram amassados por nós para o forno.

Nós gostámos do pão, era muito bom e aprendemos muito nesta visita.

Educaçao Patrimonial

Conhecer para preservar_EB1 de Mundao – Turma AM3/4

Projeto Património 4all. O Património é Nosso: Passa A Palavra

Portugal tem

Artesanato variado

Tradições fantásticas

Recordadas pelos avós e

Investigadas por nós

Momentos valiosos e especiais

Ótimas recordações

Nós visitamos

Imaginamos soluções porque

O Património é nosso! Passa a Palavra

Conceitos, Educaçao Patrimonial

Um dia com os pais e com o Património.

Os alunos do 3º Ano da Escola Básica de Farminhão levam o projecto “O Património é nosso: Passa Palavra! a Família e a Comunidade. Agora sim, o Património é nosso, de todos, e temos o direito de o usufruir e compartir e o dever de o cuidar e preservar!

O Património é Nosso: Passa Palavra!

Património Imaterial

O Patrimônio Musical e suas possibilidades didáticas

“O uso adequado do patrimônio musical requer duas habilidades: ouvir e cantar”.

Hino de Cavernães . Este hino foi recuperado no ámbito do projecto O Património é nosso:Passa palavra pelos alunos da professora Dulcinea de Almeida Rodriguez, com a ajuda do professor de Música e com a preciosa ajuda de uma antiga professora que mora em Cavernães. O professor de Música adaptou-o à marcha do desfile de Carnaval que decorreu em Viseu. Os alunos mostraram bastante facilidade em decorar a letra e a melodia e cantaram com muita alegria.
Este projeto já serviu para recuperar e dar a conhecer às novas gerações um importante documento histórico que estava esquecido.

Conceitos

O Património Arqueológico como fonte de conhecimento social e cultural

Infografías e textos retirados de MOOC “Educación Patrimonial”

  1. Uso de planimetria, cartografia e cartas arqueológicas para a localização de sites e busca de redes rodoviárias antigas.
  2. Estudo de possíveis áreas de ocupação, como cavernas, elevações, pequenos morros, margens de rios e córregos, de acordo com as preferências de cada etapa histórica.
  3. Compilação de contos e lendas antigas.
  4. Projecção de documentários sobre diferentes períodos históricos.
  5. Realização desenhos e fotografias de objectos e sítios arqueológicos.
  6. Desenho e construção de modelos/maquetas
  7. Visitas a museus e sítios arqueológicos.

Conceitos

A cidade nos educa…

Infografía e textos retirados do MOOC Educación Patrimonial

Aprender NA cidade

  • Podemos aprender “dentro” da cidade, um contexto educacional clássico com uma infinidade de propostas e meios educacionais, com maiores ou menores dificuldades para sua implementação.

Aprender SOBRE a cidade

  • Podemos aprender “sobre” a cidade, a partir de diferentes perspectivas, tentando incorporá-la à sala de aula e à vida dos alunos como um enorme conteúdo escolar que não coincide como tal com a “experiência” particular ou coletiva.

Aprender DA cidade

  • Podemos, finalmente, aprender «da» cidade, não de um grupo patrimonial de maior ou menor riqueza, mas de um imenso laboratório de vida, informação e cultura, de transmissão de ideias, de geração de subjetividade e de aprendizagem, de criação. de reconhecimento próprio e mútuo, de tecido social, do próprio habitat, num sentido político que implica melhoria futura.